Oswaldo Guerra, nosso cofundador e CTO, criou a primeira versão do Farms para o próprio trabalho como piloto agrícola em Alegrete. Na véspera de uma aplicação, estudava o mapa do talhão para decidir em que sentido faria a primeira passada. Nesta conversa com o Comando Travicar, ele conta como o vento, os obstáculos no caminho e a carga do avião pesavam nessa escolha.

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Oswaldo dá o exemplo dos eucaliptos. O rumo sugerido pelo GPS pode levar o avião, ainda carregado nas primeiras passadas, de frente para árvores altas. Se escolher outra entrada por causa delas, precisa considerar de novo a direção do vento.

Evitar uma manobra a mais com o avião carregado foi um dos motivos que levaram Oswaldo a desenvolver o Farms. Ele queria chegar ao talhão já sabendo por onde entrar. “Eu comecei a desenvolver para mim e depois naturalmente fui desenvolvendo pros outros”, conta.

Quando passou a coordenar a equipe, Oswaldo viu o mesmo mapa por outro ângulo. O produtor podia marcar a área a ser tratada e devolver o desenho. Oswaldo enviava o mapa aos pilotos, às vezes só uma captura de tela com o contorno do talhão. Depois da aplicação, o produtor podia ver por onde o avião tinha passado e onde o piloto tinha feito os arremates.

Levamos essa forma de trabalhar para o Farms V5. Hoje, o produtor, o prestador de serviço e o piloto podem preparar a aplicação a partir do mesmo talhão. Antes de decolar, o piloto pode usar o Atlas para comparar trajetos simulados e o tempo previsto para cada um. Depois do pouso, o percurso gravado pode acompanhar o relatório que o produtor recebe.

Três momentos da entrevista

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